A pergunta "quem contratar" aparece antes mesmo da pergunta "quanto custa" — e a resposta certa muda dependendo do tamanho e da importância do que você está construindo.
As três opções, de forma direta
- Freelancer. Normalmente o mais barato e o mais rápido de começar. O risco maior: depender de uma única pessoa — se ela sumir, adoecer ou simplesmente parar de responder, o projeto fica sem dono.
- Agência pequena. Um meio-termo — mais estrutura do que um freelancer sozinho, mas ainda próxima o suficiente pra acompanhar de perto.
- Software house. Empresa cujo foco principal é desenvolvimento de software. Costuma ter mais processo formal (contrato, etapas, suporte definido), o que pode custar mais, mas reduz o risco de ficar na mão.
Perguntas que importam mais do que a categoria
Independente de qual das três você escolher, as perguntas que realmente protegem o seu projeto são sempre as mesmas: quem fica com o código-fonte, o que está escrito no contrato sobre suporte e prazo, e se existe um portfólio real — não só telas bonitas, mas sistemas em uso de verdade.
Um freelancer sério que responde bem essas perguntas pode ser mais confiável do que uma empresa grande que não quer se comprometer com nada por escrito.
O que avaliar num portfólio
- Projetos parecidos com o seu em porte e complexidade — não só os mais vistosos.
- Se é possível falar com algum cliente anterior.
- Se o que é mostrado está realmente em uso, não só uma tela de protótipo.
Como trabalhamos no Grupo AYI
Somos uma equipe local, baseada em Palmas, com processo claro desde a primeira conversa: escopo definido, prazo com etapas visíveis, código-fonte seu no final. Se você está comparando opções, essas são exatamente as perguntas que recomendamos fazer pra todo mundo da lista — inclusive pra gente.
