É uma dúvida razoável: se um assistente de IA vai conversar com seus clientes no WhatsApp, pra onde vão essas informações? Diferente de uma pessoa respondendo manualmente, um sistema automatizado guarda e processa dado de um jeito que precisa de alguns cuidados específicos.
Este artigo é uma orientação geral, não assessoria jurídica — pra uma avaliação específica do seu negócio, o ideal é consultar um advogado especializado em proteção de dados.
O que a LGPD pede, em termos simples
- Coletar só o necessário. Se o assistente não precisa de uma informação pra fazer o atendimento, não deveria estar guardando ela.
- Deixar claro que é automatizado. O cliente tem direito de saber que está conversando com uma IA, não com uma pessoa.
- Permitir exclusão. Se um cliente pedir pra apagar os dados dele, deve existir um jeito real de fazer isso.
- Guardar com segurança. Os dados das conversas não deveriam ficar acessíveis a qualquer pessoa, nem ser usados pra outra finalidade sem o cliente saber.
Perguntas pra fazer antes de contratar
Onde as conversas ficam armazenadas, por quanto tempo, se os dados alimentam modelos de IA de terceiros ou ficam isolados pro seu negócio, e como funciona um pedido de exclusão de dados — essas perguntas valem mais do que qualquer promessa genérica de "segurança".
Como isso é tratado no Grupo AYI
Ao desenvolver assistentes de IA pro WhatsApp, pensamos no que é realmente necessário coletar pra cada caso — não é um modelo genérico aplicado a qualquer negócio. Se cuidado com dado sensível é uma prioridade pro seu negócio (como em clínicas e consultórios), essa conversa entra desde o início do projeto, não depois.
